quinta-feira, 23 de junho de 2011
Atos cansados
domingo, 12 de junho de 2011
Um dia virá
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Eu não iria embora sem te dizer adeus
Eu olhei para você e disse: Adeus!
E assim foi minhas últimas palavras dentre tantas que tentei dizer ao longo do tempo...
E os meus olhares que tentavam esconder algo... mas eles nem piscavam quando te olhava... Eu poderia ficar horas ali parado e você acharia graça; e o pior que você só acharia isso.
Nunca pensei que aconteceria comigo, a minha infância passou e eu pensei que isso não acontece depois que crescíamos.
E foi assim que mesmo grande, descobri três coisas:
1) Que amor à primeira vista existe...
2) Descobri que adultos também se apaixonam por seus mestres...
3) E que pode ser unilateral.
E como eu poderia te olhar agora? Se meu segredo, eu não soube disfarçar...
E eu não sabendo esconder o que sinto deixei transparecer e por isso me perdoe por te amar, amar sua risada, amar seu jeito, amar sua voz... E me desculpe por eu não ser um aluno igual os outros. Apenas mais um aluno...
E se eu pudesse voltar atrás e nunca dizer brincadeiras com tons de verdades, nem olhares com jeito de espera, nem adeus com voz de até logo.
Talvez eu nunca tivesse voltado e faria de novo quantas vezes fossem necessárias não porque é certo, mas porque é mágico.
E os pensamentos quando deveriam se calar, se transbordam e me mostram a certeza do silêncio.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Onde ela está...
sábado, 9 de abril de 2011
O que você me pede eu não posso fazer
Se os seres humanos dessem mais valor ao presente do que ao futuro, os sinais seriam vividos agora.
Se a felicidade não fosse pequenos fragmentos, não ficariamos correndo feito loucos atrás dela.
Se a cobrança do perfeito não nos perseguissem e fossemos perfeitos ao olho do próximo, mesmo tão diferentes um dos outros.
Se o amor não fosse dor, olhariamos mais a nossa volta e quando o mundo desse volta perceberiamos.
O número que você ligou não atende no momento e não possui caixa postal.
'SE'. Se, se... Muitas vezes vivemos de se e SÓ.
Muitas vezes vivemos de planos dos outros, que agora transformados em nossos por comodismo.
Muitas vezes nem vivemos... Por medo, ou pela espera de um princípe encantado ou um pote de ouro.
E ás vezes tentamos pegar esse pote de ouro e quando chegamos lá, ele não está e caimos e quando pensamos que nunca vai ter volta aparece a resposta... E cegos pelo ouro deixamos passar ... e o pior é quando sabemos disso.
No momento o número chamado encontra-se desligado ou fora da área de cobertura.
E ai acaba o encanto...
Acaba a espera...
Acaba a esperança!
quarta-feira, 23 de março de 2011
Mil e uma histórias
Talvez seja meu jeito de colocar final triste nas histórias;
Quem sabe seja meu sussurro de insegurança;
Talvez eu só reescreva histórias que serviram de aprendizados, mas nunca destinadas à felicidade eterna, mas de tudo fundamentais.
E que talvez aqui só caiba histórias de decepções, pois quando não for... Não estarei aqui, estarei lá a vivendo.
Nem tudo na vida acaba como gostaríamos, nem sempre princesas casam com príncipes ou quando nosso coração começa a bater acelerado, seja para sempre.
Podem todas parecem tristes ou dramáticas, mas de tudo foram intensas. Não é porque acabou triste que não acabou de forma certa. Acabar uma história e uma forma de começar outra.
domingo, 30 de janeiro de 2011
Convite
- Adivinha , aposto que sabe,
- Soletra e vou adivinhando!
- E... U..
- Eu!
- E..S
- Estou!
- Isso!
- A...P..A.I.X.O.N.A.D.A!
- Por mim?
- É.
- Eu queria te abraçar agora.
- Eu também.
- Hoje é dia 31, se eu te pedir em namoro hoje... Como iriamos comemorar nos mês de fevereiro, abril, junho, setembro e novembro?
- kkk você é engraçada... mas quer saber também não sei.Então deixa pra amanha...
- Não deixo para amanha algo que posso fazer hoje!
- Mas já sabe a resposta da sua pergunta?
- Não. Mas eu quero te da um presente.
- Agora?
- É. Quero que cuide muito bem.
- Vai ser meu? só meu?
- É presente. É seu presente.
- Então eu quero
- Aqui está dentro dessa caixa congelado. É seu agora.
- É seu coração?
- Agora é seu.
- Você não tem medo?
- Claro, mas só vou saber tentando.
- Então tente!
- Você vai cuidar?
- Sim.
- De coração?
- Do fundo dele!
- Aproposito, isso sim é um convite!